Entregar é Cuidar da Vida – Nossa Cultura e Filosofia de Trabalho Salvam Vidas
A Gyn Entregas é uma empresa de logística urbana e entregas profissionais que atua com foco em segurança, responsabilidade operacional e gestão consciente de riscos.
Atendemos empresas que valorizam não apenas agilidade, mas também processos bem definidos, parceiros qualificados e compromisso com a integridade das pessoas envolvidas em cada operação.
Nossa atuação é orientada por planejamento, critérios técnicos e escolhas responsáveis — porque acreditamos que entregar bem vai além de cumprir prazos: envolve proteger vidas, preservar relações comerciais e sustentar operações confiáveis no longo prazo.
Esse posicionamento guia cada decisão da Gyn Entregas, desde a seleção dos parceiros até a forma como executamos cada entrega no dia a dia.

Na Gyn Entregas, escolhemos trilhar um caminho diferente.
Nossa empresa foi criada com base em valores que colocam a vida em primeiro lugar — e isso não é apenas um discurso institucional, mas um compromisso operacional aplicado no dia a dia.
Não cultivamos a cultura da pressa a qualquer custo, nem decisões baseadas apenas em velocidade. Nosso modelo prioriza entregas seguras, planejamento consciente e responsabilidade operacional, porque entendemos que eficiência real é aquela que preserva pessoas, relações comerciais e reputações.
Trabalhamos com motoboys parceiros qualificados, selecionados com critérios técnicos e comportamentais, que compartilham a mesma visão: uma entrega bem-feita não é apenas a que chega rápido, mas a que chega com segurança, respeito e dignidade para todos os envolvidos.
Cada pedido é tratado com atenção, cada trajeto é analisado com responsabilidade e cada parceria é construída com base em confiança. Esse posicionamento exige postura, consistência e coragem — e é exatamente isso que nos diferencia como empresa de logística urbana profissional.
Para que você compreenda melhor o impacto dessa escolha, disponibilizamos abaixo um estudo informativo sobre os riscos reais envolvidos na atividade de entregas urbanas e por que um modelo mais humano e consciente não é apenas ético, mas necessário.
Acidentes de trânsito envolvendo motoboys, motociclistas e terceiros

A atividade de entregas urbanas com motocicletas envolve riscos operacionais relevantes, especialmente em ambientes urbanos de alta circulação. Dados oficiais reforçam que motociclistas estão entre os usuários mais vulneráveis do trânsito brasileiro, o que exige planejamento, critérios técnicos e decisões responsáveis por parte das empresas que operam nesse segmento.
Estudos recentes apontam que, embora a mortalidade geral no trânsito tenha apresentado redução ao longo dos últimos anos, os índices envolvendo motociclistas seguem em patamares elevados. Esse cenário evidencia que velocidade sem gestão, pressão excessiva por prazos e ausência de critérios operacionais aumentam significativamente a exposição a riscos — não apenas para o motoboy, mas também para clientes, pedestres e terceiros.
Na Gyn Entregas, esses dados não são tratados como estatística distante, mas como base para decisões estratégicas. Nosso modelo de operação considera análise de trajetos, escolha consciente de parceiros, orientação operacional e respeito aos limites seguros de execução, porque entendemos que logística profissional envolve responsabilidade social e corporativa.
Mais do que cumprir prazos, acreditamos que empresas responsáveis devem reduzir riscos, preservar vidas e proteger a continuidade das operações. Esse é um compromisso que impacta diretamente a reputação, a segurança jurídica e a sustentabilidade de qualquer negócio que dependa de entregas urbanas.
1. Mortes e feridos: velocidade e entregas apressadas

A operação de entregas urbanas com motocicletas envolve riscos que não podem ser ignorados por empresas responsáveis. Dados oficiais demonstram que motociclistas figuram entre os usuários mais vulneráveis do trânsito brasileiro, especialmente em contextos de pressão por prazos, excesso de velocidade e decisões operacionais mal planejadas.
Em 2023, foram registradas 13.477 mortes de motociclistas no Brasil, enquanto em 2024 (jan–nov) 148.797 motociclistas precisaram de internação hospitalar em decorrência de acidentes de trânsito. Esses números representam mais da metade das internações por acidentes de transporte, evidenciando um risco estrutural associado à atividade.
Além do impacto humano direto, acidentes envolvendo entregas apressadas geram consequências operacionais, jurídicas e reputacionais para empresas contratantes. Cada ocorrência pode resultar em interrupção de serviços, litígios, perda de ativos, afastamento de profissionais e danos à imagem corporativa.
Na Gyn Entregas, entendemos que velocidade sem gestão não é eficiência. Nosso modelo operacional prioriza planejamento de rotas, critérios técnicos de execução, comunicação clara com o cliente e respeito aos limites seguros de operação. Essa abordagem reduz riscos, preserva vidas e assegura continuidade operacional com responsabilidade.
Empresas que dependem de logística urbana precisam compreender que entregas seguras são parte da estratégia de negócio, não um obstáculo à produtividade. Cuidar do tempo é importante — cuidar das pessoas é essencial.
2. Impacto financeiro e social

Os acidentes envolvendo motocicletas não representam apenas uma tragédia humana — eles geram impactos financeiros e sociais significativos, que afetam empresas, famílias e o sistema público de saúde. Em operações urbanas, esses custos são frequentemente subestimados quando decisões são tomadas com foco exclusivo em velocidade ou menor preço.
Estudos indicam que as despesas diretas do SUS com internações de motociclistas ultrapassaram R$ 2,4 bilhões entre 2014 e 2024. Somente em 2024 (jan–nov), os gastos superaram R$ 233 milhões. A Organização Mundial da Saúde estima que, em países como o Brasil, os acidentes de trânsito representem entre 3% e 5% do PIB, sendo que aproximadamente 60% envolvem motociclistas.
Esses números refletem custos que vão além da saúde pública. Acidentes em operações logísticas urbanas podem gerar indenizações, afastamentos prolongados, perda de produtividade, interrupções contratuais e riscos jurídicos para empresas contratantes. Além disso, há impactos indiretos como desgaste reputacional e aumento da exposição a passivos trabalhistas e cíveis.
Do ponto de vista social, acidentes graves frequentemente resultam em perda de renda familiar, dependência de assistência pública e desestruturação econômica, afetando não apenas o profissional envolvido, mas todo o seu entorno. Para empresas responsáveis, esse cenário reforça a necessidade de modelos operacionais que priorizem prevenção, planejamento e gestão consciente de riscos.
Na Gyn Entregas, compreendemos que reduzir riscos não é custo — é investimento em continuidade, estabilidade e confiança. Nossa atuação busca minimizar impactos financeiros e sociais por meio de processos bem definidos, critérios técnicos de execução e escolhas operacionais que protegem pessoas, contratos e relações de longo prazo.
3. Causas mais comuns de acidentes com motoboys

3. Causas mais comuns de acidentes com motoboys
A atividade urbana com motocicletas envolve riscos operacionais que aumentam significativamente quando há pressão por prazos irreais, falhas de planejamento e ausência de critérios técnicos na execução das entregas. Estudos de segurança viária indicam que os acidentes com motoboys não são resultado de um único fator, mas da combinação entre comportamento, contexto operacional e condições estruturais.
Entre as causas mais recorrentes estão:
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Pressão por rapidez nas entregas: modelos operacionais que priorizam exclusivamente a velocidade tendem a incentivar comportamentos inseguros. Quando o desempenho é medido apenas pelo tempo, práticas de risco passam a ser normalizadas.
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Excesso de velocidade e perda de controle: manobras arriscadas, especialmente em vias urbanas congestionadas, aumentam drasticamente a probabilidade de colisões e quedas.
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Distração e desatenção: uso de celular, leitura de mensagens durante o deslocamento e falta de atenção à sinalização estão entre os fatores mais comuns em ocorrências registradas.
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Desrespeito à sinalização e às regras de trânsito: avançar sinais, não sinalizar mudanças de direção e ultrapassagens indevidas elevam o risco de acidentes envolvendo terceiros.
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Fatores veiculares e viários: manutenção inadequada das motocicletas, pavimentação deficiente, ausência de sinalização e infraestrutura urbana precária agravam o risco operacional.
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Consumo de álcool ou outras substâncias: presente em parcela relevante dos acidentes analisados, comprometendo reflexos, julgamento e tempo de resposta.
Em conjunto, esses fatores demonstram que acidentes não são eventos isolados, mas consequência direta de decisões operacionais mal estruturadas. Reduzir riscos exige planejamento, definição clara de processos, critérios técnicos de execução e respeito aos limites humanos e urbanos.
Na Gyn Entregas, acreditamos que segurança é parte da eficiência. Por isso, estruturamos nossas operações para reduzir exposição a riscos, equilibrando prazos, rotas, condições reais de tráfego e responsabilidade compartilhada entre todos os envolvidos na operação.
4. Dados atuais no Brasil, Goiás e Goiânia

As estatísticas mais recentes confirmam que a situação em Goiás acompanha a tendência nacional. No Brasil, 13.477 motociclistas morreram em 2023, evidenciando a gravidade do problema. Em Goiás, dados oficiais indicam 1.729 mortes no trânsito em 2022. Já em 2023, segundo o SIM estadual, esse total foi de 1.570 óbitos.
Em Goiânia, especificamente, ocorreram 197 mortes por acidentes de trânsito em 2023 e 205 mortes em 2024. Dentro desse cenário, os motociclistas concentram uma parcela expressiva das vítimas: em 2023, 113 das mortes (57,4%) foram de pessoas em condição de motociclista.
Resumo dos dados:
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Goiânia: 197 mortes no trânsito em 2023 (sendo 113 em motos – 57,4%) e 205 mortes em 2024.
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Goiás: 1.729 mortes em 2022; 1.570 mortes em 2023 (dados do SIM).
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Brasil: 13.477 motociclistas mortos em 2023, refletindo a tendência nacional de alta nas fatalidades envolvendo motos.
Esses números mostram que, tanto em Goiás quanto em Goiânia, motociclistas e motoboys seguem entre os mais expostos aos riscos viários. Para empresas que dependem de entregas urbanas, isso reforça a importância de uma operação responsável, com critérios de segurança, processos, planejamento de rotas e prazos realistas — reduzindo riscos para o profissional, para o cliente e para terceiros.
Fontes: Estatísticas oficiais e reportagens especializadas (SIM, Atlas da Violência 2025, Abramet, Observatórios de Segurança Viária, entre outros).